Por anos, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) foi vendida como uma entidade humanitária, mas na prática, despejou bilhões para fortalecer a agenda globalista e financiar a militância esquerdista. No Brasil, esse dinheiro serviu para impulsionar ONGs ativistas, censurar vozes conservadoras e até influenciar eleições.
A Usaid financiava entidades como o Instituto Socioambiental (ISA), o Instituto Sociedade População e Natureza (ISPN) e o Instituto Ouro Verde (IOV), que receberam 17,8 milhões de dólares em 2024 para projetos ambientais. Mas a realidade é que essas ONGs atuavam ativamente contra o agronegócio e promoviam ataques internacionais ao governo Bolsonaro. A WWF Brasil, por exemplo, embolsou 4 milhões de dólares e, pouco depois, participou de ações para criminalizar Bolsonaro na ONU.
O envolvimento da Usaid ia além das questões ambientais. Em parceria com o Centro Internacional de Jornalistas (ICFJ), a agência financiou veículos progressistas e campanhas de censura, como o Sleeping Giants Brasil, que perseguiu e desmonetizou mídias conservadoras. Além disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) participou de eventos bancados pela Usaid e, em 2022, lançou um “guia contra desinformação” produzido pelo CEPPS, entidade financiada pelo governo americano.
A decisão de Donald Trump de fechar a Usaid significa um duro golpe no financiamento do ativismo esquerdista. Sem essa máquina bilionária, a esquerda brasileira perderá um de seus principais pilares de sustentação. A grande questão agora é: como eles sobreviverão sem essa mamata?
SIGA @luisiansduarte @53contadoallan agora para mais atualizações exclusivas e junte-se à luta pela verdade e pela liberdade!